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sexta-feira

Dia Mundial dos Oceanos!

Imagina que um dia acordavas e tinhas ganho o poder de andar normalmente nas profundezas do mar.
Conta como seria um dos teus dias!

Um dia num mundo molhado!

Certo dia, quando estava quase a ganhar o Globo de Ouro para o melhor músico (nos meus sonhos) dei com a cabeça numa rocha dura e com algumas cores (um coral).
Inteligente como sou, só percebi que estava no fundo do mar, quando vi um peixe, e outro, e outro...
Mas, quando respirei, quase me dava uma coisa! Por momentos pensei que estivesse morto, mas depois vi que conseguia respirar. E muito bem! Pois a água do mar faz bem para desentupir o nariz!
estava perdido, faminto, e apesar do mar estar cheio de água, eu estava cheio de sede!
Estava eu à procura de um peixe generoso que me desse comida, quando ouvi uma campainha, e todos os peixes saíram dos recifes de coral e foram para uma escola.
Segui-os e ainda consegui comer um lanche que um peixe me deu.
Andava a procurar abrigo nas anémonas, quando escureceu.
Vi um tubarão, mas como não me podia esconder, fugi, corri, gani, tremi, tropecei e caí na minha cama fofa.
Já no meu quarto, apaguei o candeeiro e voltei à entrega dos Globos de Ouro.

Miguel Rocha


segunda-feira

O dia do pai, na nossa sala!

O Dia do Pai constitui uma homenagem aos pais de todo o mundo, sendo celebrado a 19 de Março.
A criação de um dia de homenagem aos pais terá acontecido nos Estados Unidos quando Sonora Luise pretendia um dia especial para homenagear o seu pai, William Smart, um vetereno da Guerra Civil que ficou viúvo quando sua esposa deu à luz ao seu sexto filho. 
E assim surgiu o hábito de oferecer uma prenda a uma das pessoas que mais amamos no mundo...e a tornar este dia, um dia especial.
E este ano não foi exceção.Aqui fica o registo:

terça-feira

A propósito da semana da leitura...

Aqui na nossa sala gostamos de escrever, ou melhor gostamos de imaginar!
Às vezes imaginamos escrevendo, outras vezes dialogando, e muitas outras parece que nos libertamos deste corpo onde moramos e deixamo-nos adormecer ao colo da lua.
Mas a maior parte de nós gosta de escrever, sem que isso nos seja imposto! E frequentemente somos bem sucedidos. Ou achamos que sim.
Por isso, de entre as muitas histórias que costumamos criar, deixamos esta que nos deu grande entusiasmo criar, e que foi feita em grupo.
E porque é assim que gostamos de trabalhar, escrevemos:




P.S-Talvez vos mostremos a história em vídeo. Para isso basta adivinhar: «Quem é quem é a melhor turma desta escola?» (Hehehe...fácil...não E)

sábado

Histórias soltas...#31

A palhaça Maria
Antes eu era uma palhaça extraordinária e toda a gente gostava de mim.
Eu tinha um nariz vermelho e uma boca pintada de branco e um fato amarelo às pintinhas cor de laranja.
Os meus sapatos eram castanhos e grandes e tinham uma ponta ligeiramente levantada.
um dia, eu saí à rua, e como não me lembrava que era dia de Carnaval, toda a gente veio à minha porta dizer:
- Pode ir fazer um desfile a Ribeirão?
- Claro, com muito gosto. Mas porque me estão a pedir isso?
- Porque hoje é dia de Carnaval!
- Ei! Não me lembrava! esqueci-me completamente. Eu vou lá dentro e já venho!
Fui lá dentro calçar os meus sapatos porque eu estava com os meus chinelos de quarto.
Quando acabei, fui buscar a carrinha do desfile e fui para Ribeirão.
Quando lá cheguei, não vi ninguém e então perguntei:
- Hoje é dia de Carnaval e não está aqui ninguém?
E logo de repente:
- Surpresa!!!!!!
Eu fiquei desesperada, pois não estava à espera que isto me acontecesse.
Foi o melhor dia da minha vida!

Maria João

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Um palhaço preguiçoso
A minha mãe diz que eu tenho muito jeito para a comédia e não só. Mas eu acho que aquilo é treta para eu fazer pelo menos alguma coisa. 
Eu daria um bom palhaço!! Mas só se fosse para atirar tarte às minhas irmãs.
Eu daria um óootimo palhaço, se me maquilhasse sozinho. Como vêem eu daria ummm...grande palhaço!!
Ia-me vestir, ou melhor, iam-me vestir assim: com uns grandes sapatos, para não dizerem que sou baixote, um fato grande e largo para a minha mãe não dizer que eu estou demasiado magro e finalmente uma peruca às cores para me dar estilo.
Então era assim: antes de mais eu apresentava-me:
- Olá, eu sou um palhaço...
Não interessava a cara das crianças porque o melhor estaria para vir!
Distribuía a cada uma um comando de consola e ficavam a tarde toda a jogar.
No fim, os pais saíam meios adormecidos, e a s crianças cheias de energia! Ah! Ah!Ah!

Miguel

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O palhacinho
Se eu fosse um palhaço, fazia espetáculos com andas.
Eu queria fazer os espetáculos num circo, que por dentro fosse escuro e tivesse uma bola de cristal que quando brilhava, fazia brilhar as manchas que eu tinha na camisola e também fazia brilhar as minhas calças gigantes.
Eu tinha uns grandes sapatos que não me serviam. Esses sapatos seriam muito grandes.
Eu tinha a cara pintada de azul, branco, vermelho, verde...
Teria parceiros de circo. Um que treinava no canhão humano, outro treinava animais, um mágico profissional, catorze trapezistas e dezanove malabaristas.
Nós fazíamos espetáculos e o público ficava sempre contente e alegre.
Nós éramos contratados para fazer desfiles que eram sempre emocionantes e recebíamos muitos aplausos.
Também éramos contratados para fazer espetáculos em escolas e tínhamos muitos fãs. O público ficava sempre desesperado para ver espetáculos novos e nós também alegravamos os meninos doentes que estão nos hospitais.
Isto é que é um palhaço extraordinário.

Paulo

quinta-feira

Histórias soltas...#30

Um palhaço extraordinário

Se eu fosse um palhaço, para animar as crianças tinha de usar sapatos grandes e muito bicudos à frente, e também usar aquelas roupas engraçadas e coloridas...
Mas, para ter essas roupas, eu tinha de as comprar, o que sem dinheiro é difícil.
No dia de Carnaval, as crianças não tinham um palhaço para as animar e então começaram a ir embora, e eu também fiquei triste ao vê-las ir embora.
Eu não sabia o que fazer para as animar. Então tive uma ideia brilhante!
Como eu sabia costurar, fiz umas belas jardineiras cor de laranja, com remendos, e como eu tinha uns sapatos, pintei-os de cor-de-rosa às pintinhas amarelas.
Depois de ter o fato pronto, preparei-me para um concurso de máscaras e quando lá cheguei, as crianças ficaram radiantes e eu ganhei o concurso.
Depois desse belo dia, resolvi montar um circo para as crianças se animarem e elas todos os anos vão ver o circo.
Lara Cristina

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A vida de um palhaço

Se eu fosse um palhaço, faria muitos espetáculos de circo. E nos circos,  que eu fizesse, teria apresentações brilhantes: hipopótamos, macacos, cobras, leões e leoas e leopardos. Todos treinados!
Se estivesse a passear na rua e estivesse alguém triste, eu começava a fazer macacadas.
A minha roupa seria uma camisola às riscas brancas e azuis com umas jardineiras vermelhas. As meias seriam como a camisola e a minha cara seria branca.
Teria uns lábios gigantescos e os sapatos seriam grandes e castanhos.
Os espetáculos não seriam só na altura do Carnaval, mas sim durante o ano inteiro.
Num ano iria a doze distritos: um em cada mês, e depois começaria de novo.
E seria assim a minha vida de palhaço.

Lara Rita

 

Se eu fosse um palhaço
Se eu fosse um palhaço era alto, barrigudo e usaria sapatos largos.
Andava na corda bamba, fazia malabarismos e andava de andas... Fazia truques de magia.
Um dia estava eu na corda bamba, quando de repente me desiquilibrei e caí. Como a rede estava furada, eu atravessei-a e caí no chão e parti uma perna.
Fui ao hospital, mas como no dia seguinte era dia de circo, não tinha ninguém para me substituir.
Foi aí que apareceu um homem forte e corajoso, e eu perguntei-lhe se ele queria andar na corda bamba.
Ele disse que sim, e treinou, treinou, treinou tantas vezes, que na hora do espetáculo conseguiu andar na corda bamba.

Luís Pedro

quarta-feira

Histórias soltas...#29

O melhor Palhaço

Se eu fosse um palhaço, eu me vestiria da forma mais graciosa possível, com sapatos compridos e roupa muito colorida.
Mostraria ao mundo que existe alguém que faz rir, e teria todo o tipo de animais: cavalos, hipopótamos, girafas, leões, tigres, touros, um búfalo, entre outros animais extraordinários.
Faria tudo como costumo fazer nos meus espetáculos, para mostrar por fim, o melhor espetáculo do mundo.

Daniel Hernandez
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O palhaço Gonçalo

Se eu fosse o palhaço mais extraordinário do mundo tinha de ter ajudantes.
Eu teria como ajudantes o hipopótamo Marco, o urso pardo Fofo, o urso polar Bola de Neve, o gato Jeremias, o cão Max, a águia Presa, o cavalo Liedson, entre outros.
Os meus ajudantes teriam de andar sempre comigo, porque seriam eles que me ajudariam a alegrar as crianças e a fazê-las sorrir.
E para as fazer sorrir ainda mais, eu faria magia e fazia aparecer rebuçados, chupas, chicletes e chocolates.
Aí é que eles se ririam.
Eu andaria com andas, calças gigantes, camisolas com cinquenta centímetros de diâmetro e usaria peruca cor de laranja, cor-de-rosa, azul claro, vermelho, amarelo, cinzento e amarelo florescente.
Mas o mais engraçado, é que usaria sapatos com dois metros de comprimento e um metro de largura.
os sapatos seriam tão grandes, que eu próprio tropeçaria neles.

Gonçalo
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O palhaço do circo

Era uma vez um menino chamado João cujo sonho era ser palhaço.
Ele fazia rir toda a gente: o irmão, a prima... Os pais não o deixavam ir a circos porque achavam que aquilo era para bebés.
Um dia, veio a Portugal o circo mais engraçado do mundo.
No dia seguinte, o circo abriu as portas, e o João foi pedir aos pais para irem ao circo. Os pais deixaram-no ir, e foram com ele.
Chegaram ao circo, sentaram-se num banco, e de repente, ficou tudo escuro!
Todas as pessoas se assustaram e começaram a falar, e depois a mãe e o pai disseram:
- Vamos embora! Este circo não é bom.
Os pais iam a levantar-se quando voltaram as luzes.
Os palhaços começaram a fazer das suas. Os pais do João começaram a rir-se com tanta palhaçada e fantasia e o João, desceu as escadas e foi para o meio do circo, e começou a dizer piadas.
Os homens do circo olharam para ele e viram que ele tinha muito talento. Contrataram-no e os pais deixaram-no ir.
Passado muitos anos, João regressou a casa, com muitas histórias e  muitas recordações.

João Pedro

segunda-feira

Amar...é?

Para mim amar é um sentimento muito bonito.
Quando eu encontro o meu amor verdadeiro, o meu pensamento diz-me:
- Diz o que sentes no teu coração! Mas eu fico envergonhado.
Quando se fala de amor, eu sou um rapaz envergonhado, e quando falam da menina de quem eu gosto, então não consigo falar muito.
Eu tenho amor no meu coração, carinho e amizade. Vou ser o menino mais feliz do mundo.
Com os meus amigos, fortes laços vou criar!

 João Pedro


Amar é saber dar carinho. É o mesmo que ter um amigo a brincar connosco.
Amar é um sentimento que se sente por uma pessoa, é estar com essa pessoa nos momentos maus ou nos bons.
Amar é saber não deixar uma pessoa triste ou pendurada.
Quando amamos uma pessoa e ela não gosta de nós, o mais difícil é esquecê-la, porque quando olhamos para ela, parece que ela nunca vai gostar de nós.
Mas é preciso acreditar que algum dia, alguma coisa poderá mudar.

Daniela


Quando uma pessoa sente amor pela outra, surge um sentimento chamado apaixonado.
As pessoas não devem ter medo desse sentimento, pois ele não nos mal, pelo contrário. Quando ele aparece vão surgindo outros: o ciumento, o raivoso, o invejoso…
Acontece quando vimos a pessoa que gostamos com outra e a ser meiga com ela, e ficamos com tanta coisa na cabeça, que só apetece bater em alguém!
Ana



Amar é gostar de alguém por amor, por amizade, com carinho…
Amar é namorar, é beijar, é saber gostar de alguém.
Eu gosto de uma pessoa que não gosta de mim, mas eu vou fazer de tudo para que ele seja meu namorado.
Essa pessoa é bonita, inteligente e divertida.
Também podemos amar os nossos pais porque eles fazem de tudo para que nós sejamos felizes.
Maria



Amar é sonhar,
Sentir algo por alguém.
Se não souberes amar,
Vais acabar sem ninguém.


Quando se ama alguém,
Tudo pode acontecer.
Dão-se os primeiros beijos,
Sem a ninguém dizer.


O amor à primeira vista,
É algo muito bonito.
Mas tem cuidado!
Não te apaixones por qualquer rapazito.


Miguel

quarta-feira

Histórias soltas...#28

Um dia, andava eu pelo mar, relaxado a ouvir os búzios e os peixes a saltar pelo mar, e grandes estrelas-do-mar a saborear a beleza do mar.
Eu, que era um gotinha de água, um dia fui evaporada pelo sol que me levou para dentro de uma nuvem.
Viajava pelas nuvens. Quando caía gostava de cair nas flores, e de seguida saltava de pedra em pedra pelos rios.
Seria uma gotinha azul e muito suave! Gostava das aventuras que me dessem alegria, felicidade e coragem.
No mar, o vento bater-me-ia na cara. Que bom seria isso, não haveria coisa melhor que as lindas e brilhantes gotas dos sete mares. Os mares com gotas por todo o lado.
Seria bom ser uma gota reluzente a brilhar como um diamante no escuro da Natureza.
Rodrigo

quinta-feira

Histórias soltas...#27


Era uma vez uma menina gotinha de água que se chamava Maria. Essa gotinha andava numa escola no mar.
A escola da gotinha Maria chamava-se Escola nº1 do Mar. A escola era grande e tinha quatrocentos e seis alunos, vinte e três professores e quarenta e dois auxiliares.
Um dia quando a gotinha estava a almoçar, sentiu que a comida tinha plástico, e foi ter com as cozinheiras.
-Dona Emília, encontrei um pedaço de plástico juntamente com a enguia.
-O quê? Isso não pode ter acontecido!
Quando a gotinha Maria se sentou, veio a turma toda.
Foram-se todos queixar à Dona Emília e ela disse que ia ter mais cuidado com a comida que pescava.
A Dona Emília quando foi embora foi-se queixar  à Câmara Municipal de Maraficão.
-Senhor Presidente, eu tive reclamações com a comida, porque tinha plástico.
-O quê? Não pode ser! Eu vou fazer tudo para que amanhã não tenham sardinhas com plástico.
E nunca mais houve comida com plástico.

Maria

Um dia estava eu no acampamento das gostas braçadeiras (escuteiras)  quando o meu grupo acendeu uma fogueira. E no escuro da noite, o guia começou a…cantar.
O meu guia é um velho polvo, e ao falar só lhe saem bolhinhas, por isso quase não percebi nada do que disse.
Mas eles estavam tão entusiasmados a cantar que deu para perceber alguma coisa.
A única palavra que compreendi foi “ o ciclo da água”. Fiquei curioso e perguntei mais coisas sobre isso:
-Desculpe! Senhor Tentáculos, pode-me falar mais sobre “o ciclo da água”?!
- Claro! Minha pequena gota, isto é assim: Como tu ainda és pequena, ainda vives no mar, mas quando fores crescida e o sol te beijar, vais para junto dos teus pais.Depois vais formar nuvens, cair, infiltrar-te na terra e formar um lençol de água até encontrares uma nascente para te levar de novo até ao mar.
-Vou morrer! – disse eu.
(É verdade, sei o que vocês vão pensar, os meus pais morreram, sim, como os adultos dizem: foi para o céu, evaporou, literalmente!)
Fui crescendo, e nunca mais me lembrei do ciclo da água, até que um dia, estava eu a jogar à bola com os meus amigos, senti muito calor e evaporei-me.
Viajei até lá cima e formei uma nuvem.
Quando estava quase a descer, choquei com outra nuvem e adivinhem quem lá estava: os meus pais, queridos pais.
Conversamos, conversamos, agarrei-me a eles e saltamos para o mar.
Foi a minha maior aventura.

Miguel


terça-feira

Do coração...

E com a ajuda dos pais, mais uma vez fizemos um bonito trabalho para decorar a sala...
Quando vários corações se unem em prol de uma causa, tudo pode acontecer, e é por isso que ainda arranjo forças para continuar a ensinar o pouco que sei, e a aprender com os outros tudo o que ainda tenho para aprender.
Por isso, de mim para vós...um grande «abreijo», do fundo do:

segunda-feira

Histórias soltas...#26


Um dia estava eu no mar quando fui ajudar a formar o resto de uma nuvem por causa do sol.
Quando caí no Polo Norte. Estava tanto frio que se deu a solidificação. Depois passado uns meses, o sol apareceu e aí aconteceu a fusão.
Ao acontecer a fusão, eu derreti, passei por milhares e milhares de quilómetros em cima de gelo até que cheguei ao meu lar que era o mar.
Depois fui outra vez sugado pelo sol.
Mas quando caí, já não caí no gelo, caí na terra. Fui furando, fui furando, fui furando, até me infiltrar até que encontrei um lençol de água.
Ora aí estava outro problema!!
Queria regressar casa e não conseguia.
Então comecei a furar, furar, furar novamente e fui dar a um ribeiro, depois a um regato, depois a um lago e finalmente cheguei outra vez ao mar.
E assim fiquei a saber como era o ciclo da água.

Gonçalo

Era uma vez um pequena gotinha de agua. Essa gotinha era muito malandra e gostava muito de viajar com as suas irmãs.
Um dia a gotinha de agua foi viajar com as suas irmãs para a terra do Natal.
Na terra do Natal havia gotas duendes, brinquedos e a gotinha estava emocionada com tudo aquilo que via.
A gotinha ficou lá ate passar o natal, mas não sabia se iria receber as prendas que desejava.
Na noite de natal, a gotinha estava ansiosa para ver se ia receber prendas.
O sino tocou e ela cada vez mais ansiosa, viu o pai natal chegar  e perguntou-lhe:
-Eu vou receber prendas?
-Sim, todas as crianças gotas recebem. - respondeu o Pai Natal.
Ao ouvir isso, o coração dela saltou de alegria.
E o Pai Natal disse:
-Aqui está a tua prenda e que tenhas um bom natal.
Ela lá recebeu a prenda que tanto queria:  um peluche em forma de gato.
 Lara Cristina

domingo

Histórias soltas...#25

Era uma vez, uma gotinha que estava no mar, mas certo dia veio uma onda grande e a ela e a irmã foram parar à areia.
Então a gotinha disse:
-Oh não! Fomos atiradas para a areia, e agora não podemos voltar para o mar.
-Irmã, não te preocupes, vai correr tudo bem!
Mas como o sol estava forte, as gotinhas, para não evaporarem, enterraram-se na areia e viajaram até a um lençol de água. 
De repente um balde começou a descer aos pouquinhos. Elas estavam num poço...
A gotinha muito contente, pesava, que ia voltar para a sua casa, o mar.
Mas enganou-se, e deu a mão à sua irmã dizendo:
-Gotinha, se calhar já vamos para casa, outra vez!!!Mas não tenho bem a certeza!?!
Afinal iam cair num tacho. A sua sorte foi não ter sido precisa mais água.
Então,  foram deitadas fora, e viajaram para outro sítio, uma espécie de rio, andando ainda uns bons bocados perdidas.
Nisto,  pareceu-lhe ter visto a sua casa, o mar.
A gotinha teve então que pedir ao vento para a empurrar, e o ele empurrou-a:
E foram mesmo cair direitinhas, em cima do mar.
A gotinha estava mesmo contente, e só lhe apetecia voltar a correr, pois viveu uma aventura muito divertida, mas também muito assustadora.

Daniela Filipa



Num dia de sol estava eu, Sandra, no mar. De repente o sol beijou-me e lá entrei numa viagem. Fui parar ao céu e perguntei:
Sandra – Aonde é que estou? Entrei agora com as minhas irmãs, e não estão aqui? Hummm o que vocês estão a tramar?
E não se ouviu nada.
Sandra – Estão-me assustar!
Sombra – Huuuuuuuu! Ah! Ah! Ah! Huuuuuu! Estás com medo?
Sandra – Sim, estou!
Sombra – Pois olha que vais caiiiiiiiiir!
E ela lá caiu.
Quando caiu, não conhecia nada ecom medo da sombra começou a correr. De repente enquanto corria  foi contra uma gota menino.
Menino – Deonde é que vieste?
Sandra – Eu vim do Oceano Atlântico e tu?
Menino – Eu vim do Oceano Pacifico!
Sandra – Eu ouvi dizer que lá há muita poluição!
Menino – Sim! Tens razão...
Sandra – Ai, ainda não me apresentei! Eu chamo-me Sandra.
Menino – Eu chamo-me Gonçalo.
Os dois meninos começaram a rir, e a viajar pelo céu, por causa do ciclo da água. Noutra terra conheceram o Miguel, a Maria e o Diogo. E todos se divertiram, sendo agora conhecidos pelos cinco gotas de água.

Diogo

sexta-feira

Histórias soltas...#24

E se eu fosse uma gotinha de água?

Ser uma gotinha de água é uma vida fantástica e emocionante.
Eu ando sempre em aventuras, a  fazer  o ciclo da água. Caio duma nuvem até  voltar à terra,  dando voltas e mais voltas.
Um dia, estava no meu quarto a pôr direito o meu laço de gotinhas, para me poderem distinguir  dos rapazes gotinhas, quando comecei a ver umas pequenas coisas na cara.
Lavei a cara com sabão e ao abrir a torneira, e saía pouca água.
Pensei então que fosse falha da companhia!
Como aquela espécie de borbulhas no meu rosto não saiu, não me preocupei, porque, pensei que a água e o sabão ainda não tinham feito efeito.
Depois fui à nova estreia da cidade, o "parque aquático das gotinhas", que se chamava :“A viagem das gotinhas”, e resolvi experimentar.
Para eu entrar, tinha de fazer um raio X para ver se tinha algum problema.
Por causa do meu problema, não pude entrar!
Voltei para casa e tomei banho. Esfreguei o meu corpo com um champô próprio  para as doenças que a minha avó me deu. Não perdi tempo, e lavei-me com ele.
Saí do banho, pus novamente o laço direito, e depois voltei outra vez àquele parque.
Fizeram-me novamente um raio X e consegui entrar.
Entrei e sentei-me no escorrega. Eles iniciaram o jogo, comecei a deslizar, e passei pelo mar!
Era muito divertido, porque a gota de água que deslizava comigo no escorrega, fazia cócegas.

Ana Beatriz

Olá! Eu sou a gotinha de água Andreia, e tenho muitos amigos. Hoje vou contar-vos uma aventura por que passei e que foi assim:
Eu estava a dormir suavemente na minha caminha de madeira, quando de repente, parecia que estava a ser sugada. Aquilo parecia um aspirador a puxar-me, mas, na verdade era o meu amigo vento e o meu amigo sol que me  puxavam para eu formar as nuvens.
Enquanto eu estava a ser puxada, as outras minhas amigas também estavam.
Quando lá chegamos reparei que estava lá um gigante que, eu já conhecia porque foi quase, quase ele que me criou.
Então eu disse-lhe:
-Olá Gigante, Gigantão! Como tens passado a vida?
Ele respondeu com a sua voz fortíssima:
-Tenho passado o tempo muito bem!
Mas esse gigante, na realidade, estava a fazer-se passar-se pelo meu amigo. Ele era mesmo parecido com o meu verdadeiro amigo.
Então, como eu não sabia, disse-lhe:
-Queres ir brincar comigo?
-Sim, claro que quero! – disse ele.
E lá fomos brincar nas nuvens.
Estávamos a brincar às rasteiras, até que o gigante me empurrou e eu caí do céu abaixo,no meio de uma flor e disse:
-Seu impostor! Pensei que eras meu amigo!
E assim acabou a minha aventura...

 Andreia Catarina


quinta-feira

Histórias soltas...#23

Quando eu olho para o céu...

À noite, quando olho para o céu
vejo estrelas a brilhar!
E fico com uma curiosidade:
«Como seria se lhes pudessemos tocar?»

De manhã, são as nuvens!
Que formas estarão a criar?
É que às vezes com o vento,
As formas começam a andar!

Miguel Rocha




Fotos: SC

Histórias soltas...#22


E se tu fosses um Rei Mago? O que gostarias de oferecer ao Menino Jesus?

Se eu fosse um Rei Mago, oferecia muita coisa ao Menino Jesus.
Oferecia-lhe uma roupa para ele se aquecer, uns sapatos e umas meias.
Uns sapatos para que ele não andasse descalço, e as meias, para ele não andar com os sapatos sem meias.
Depois dava-lhe alguns brinquedos para ele brincar e se entreter.
Também lhe daria um cachecol, umas luvas e um gorro para o aquecer, pois o tempo de inverno costuma ser rigoroso.

Andreia Ferreira



Se eu fosse um Rei Mago, gostava de me chamar Melchior.
A prenda que eu gostava de oferecer ao menino Jesus, era um beijo, um abraço, uma carícia e uma viagem ao meu colo…
Eu, na realidade, gostava de ver Jesus, mas eu sei que Ele está sempre perto de nós.

Maria João Azevedo



Se eu fosse um Rei Mago, seria o Baltazar. Teria uma boa amizade pelo Salvador do Mundo.
E um dia, se eu fosse mesmo o Baltazar, seguiria a estrela mais reluzente do céu, para O encontrar.
O que eu oferecia a Jesus, seria uma pomba branca, que era o Espírito Santo, e que significa a paz, o amor, a felicidade e a liberdade.
E quando o Salvador crescesse, Ele dava-me um lugar no céu.


Rodrigo Gomes

segunda-feira

Histórias soltas...#21


A ida ao pólo norte

Era uma vez uma menina que andava com os pais à procura de prendas para o Natal. Um dia à noite, a menina sentiu o quarto a tremer, vestiu-se e foi ver o que se passava, e viu só neve a cair.
Depois de a neve ter passado, viu um expresso mágico e saiu de lá um senhor, e esse senhor disse:
-Entra Mariana, entra!
-Mas! Mas! Como sabe o meu nome senhor?
-Eu sei o nome de todas as crianças! Entra para o expresso mágico!
-Está bem eu entro!
-Nós vamos para o pólo norte. – disse Júlio, o senhor.
Quando chegaram  ao pólo norte, viram uma fábrica grande. Entraram e depois o pai natal deu dez presentes a cada um.
E a Mariana ficou feliz.
Depois foram todos embora.
Mas não foram sem cumprimentar as renas, o pai natal e os duendes.
E a Mariana ficou com mais presentes na árvore.


João Pedro

domingo

Histórias soltas...#20

Era altura do Natal, e três meninos que gostavam muito dessa época, pensaram construir o seu próprio presépio. Uma vez que o ano passado enfeitaram um pai natal enorme, acharam que era a vez de um presépio enorme, maior que eles.
Como já era costume, não iam comprar as figuras do presépio, pois não se encontravam tão grandes. Iam fazê-lo com coisas recicladas.
Um dos meninos foi procurar coisas recicladas para fazer S. José, outro foi procurar coisas recicladas para o menino Jesus e finalmente outro foi procurar para fazer a Virgem Maria.
Construíram, construíram e com muito esforço, o presépio ficou lindo.
Apreciaram, e viram que faltava qualquer coisa que desse nas vistas, e foram apanhar erva. Pegaram nas ervinhas pequenas que tinham apanhado e puseram-na por cima do presépio.
Mais tarde, mostraram aos familiares, e eles disseram batendo palmas:
-Está muito bonito!

Ana Beatriz


sábado

Histórias soltas...#19


Uma noite de Natal

Quando o Natal estava a chegar uma família que fazia o presépio disse: Oh, não! O nosso musgo acabou!
O filho lembrou-se onde a família encontrou o musgo, e disse:
-Vamos à montanha. Foi lá onde encontramos  este musgo.
-Sim, vamos à montanha. – disse a mãe.
A mãe e o filho agasalharam-se e lá foram para a montanha, enquanto o pai ficou com a filha mais pequenina.
Quando lá chegaram, não encontraram nada:
-Temos três dias para o Natal, por isso temos tempo!
Mas procuraram, procuraram, até ao dia 24 e nada! E foram para casa.
À noite, o filho acordou e viu o Pai Natal:
 -Pai Natal, eu quero uma prenda boa e se poder pode terminar o nosso presépio.
-Está bem. Mas, tens de te comportar muito bem!
-Está bem.
-Agora vai para a cama…
De manhã, o filho chegou à sala e viu um lindo presépio, como ele queria.




Paulo Ricardo

sexta-feira

Histórias soltas...#18


Quando Jesus nasceu

Quando Jesus nasceu, não foi num lugar qualquer.
Nasceu numa manjedoura com palha, num estábulo em Belém. Era filho de Maria e S. José.
Quando Jesus nasceu três pastores deram-lhe uma prenda, e três reis magos deram-lhe ouro, incenso e mirra.
Para comemorar o seu nascimento, desde esse tempo, de 24 para 25 de dezembro, passou a festejar-se o Natal em que as crianças recebem prendas dadas pelos tios, primos, avós, padrinhos e amigos, e  também é do Pai Natal.


Rúben